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Renan vai recorrer ao plenário do STF contra CPI exclusiva da Petrobras


O presidente do Senado, Renan Calheiros
Foto: Ailton de Freitas / Arquivo O Globo 
  
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), vai recorrer ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir a instalação de uma CPI exclusiva da Petrobras, conforme determinou na quarta-feira a ministra Rosa Weber em decisão liminar. A informação é do blog Panorama Político, do colunista do GLOBO Ilimar Franco.

O recurso não tem efeito suspensivo. Desta forma, assim que receber a notificação do Supremo, o presidente do Senado vai pedir que os partidos indiquem seus representantes para atuar na CPI. O prazo para que elas sejam feitas é de 30 dias.

Renan está em Roma, para participar de missa de celebração pela canonização do Padre Anchieta, e foi surpreendido com a decisão de Rosa Weber, já que sua expectativa era de que ela adotasse a postura de considerar interferência no processo legislativo. O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), disse nesta quinta-feira que o presidente do Senado não tem outra opção que não seja a de instalar a comissão.
Renan divulgou nota nesta quinta-feira confirmando que vai recorrer da decisão da ministra Rosa Weber.

No texto, Renan afirma que há decisão da Corte segundo a qual não lhe “controlar preventivamente o processo legislativo”. O senador defende que prevaleça a CPI com “espectro mais abrangente” e que, por se tratar de matéria inédita, recorrerá ao plenário do Supremo:
“Se fatos podem ser acrescidos durante a apuração, entende-se que muito mais eles são possíveis na criação da CPI”.

O Globo

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Mãe morena com filho loiro é abordada por PM após ser denunciada como suposta sequestradora

 

A dona de casa Fabiana Amaral Macenas, de 32 anos, não consegue segurar as lágrimas quando se lembra do que viveu no último dia 11 dentro do Shopping Recreio, na Zona Oeste do Rio. A mulher estava com o filho, de um ano e quatro meses, quando foi abordada por um policial militar fardado. O PM havia recebido a denúncia de uma dentista que trabalha no estabelecimento comercial. De acordo com informações passadas ao telefone 190, Fabiana estava em atitude suspeita e poderia ter sequestrado a criança. A dona de casa, no entanto, apenas esperava o marido acabar de pintar uma loja.

"Cheguei no shopping às 10h30. Por volta de 16h, o policial chegou e perguntou se a criança era minha, se eu tinha documentação para provar. Foi muito humilhante e constrangedor. O policial me tratou como se eu fosse um lixo, só porque meu filho não é parecido comigo", lembra. Após explicar que tinha a certidão de nascimento em casa, Fabiana seguiu até a loja onde o marido prestava serviço. "Comecei a chorar e o policial foi atrás de mim. Todo mundo parou para ver. Foi preconceito, discriminação. Só por que eu não estava bem vestida?", desabafa. Enquanto aguardava o marido, a mulher circulou pelo estabelecimento, comprou biscoito num mercado e até amamentou a criança.

Marido de Fabiana, Genivaldo Novaes de Freitas, de 32 anos, ficou revoltado com a situação. "Tenho vergonha de viver no Brasil. Minha esposa foi abordada como se fosse bandida. Meu filho é saudável, estava bem. Todo mundo ficou horrorizado", contou. Após preencher um boletim de ocorrência, o cabo Alexander Pereira Alves, do Batalhão do Recreio, liberou o casal. No documento, o policial afirmou que havia sido acionado para "verificar a presença de uma senhora com uma criança o dia inteiro no mesmo local". O caso foi registrado no Serviço de Atendimento ao Cliente do shopping. Fabiana contou que recebeu um telefone da direção do centro comercial com pedido de desculpas.

Em nota, o Recreio Shopping informou que "repudia qualquer forma de preconceito e é um local de convívio social, aberto para que todos os frequentadores possam passear, comprar e ter momentos de lazer com conforto e segurança". A Polícia Militar ainda não se manifestou sobre a conduta do policial. A dentista que chamou a PM não foi localizada. 

Rádio Globo

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