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Feirão Caixa da Casa Própria será realizado entre 16 e 18 de maio

 

Quem está procurando um imóvel pode anotar na agenda: o 10º Feirão Caixa da Casa Própria será realizado nos dias 16, 17 e 18 de maio, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. A Caixa Econômica Federal não adiantou a quantidade de imóveis e o volume de crédito disponível para esta edição. No ano passado, foram 24 mil unidades ofertadas em todo o estado, sendo que 14,8 mil eram novos ou na planta e 10,7 mil estavam enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida.

Para atender aos quase 35 mil visitantes que passaram no evento em 2013, a Caixa direcionou 400 funcionários, que trabalharam das 10h às 20h na sexta-feira e sábado e das 10h às 18h no domingo.

O feirão é interessante para quem procura um imóvel tanto pelas facilidades de pagamento - o prazo de carência para pagamento costuma ser de seis meses- quanto pelos juros baixos das linhas de financiamento, com taxas a partir de 4,5% ao ano. O crédito é ofertado para todas as faixas de renda familiar, com prazo de pagamento de até 35 anos.

Dentro do feirão é possível usar tanto recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) quanto do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Os estandes estarão espalhados em uma área de 10 mil metros quadrados, que conta com banheiros e praça de alimentação.

Nos próximos dias, o banco divulgará novas informações sobre a edição deste ano. Vale lembrar que os feirões ocorrem simultaneamente em São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Salvador (BA), Uberlândia (MG), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Recife (PE) e Campinas (SP).

Uol

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Eduardo Campos e Marina Silva lançam pré-candidatura à Presidência

Foto: Reproduçãio/Facebook/Eduardo Campos 


Foi lançada, nesta segunda-feira (14), em Brasília, a pré-candidatura à Presidência da República do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). Na ocasião, o nome da ex-senadora Marina Silva (PSB) também foi confirmado como pré-candidata à vice. Nos discursos, ambos procuraram mostrar sintonia, lembraram suas trajetórias de vida e investiram nas críticas ao governo Dilma Rousseff (PT). "Quero dizer a você, Eduardo, que nestes seis meses nós fomos nos encontrando. Nestes seis meses, começamos a fiar juntos a força autêntica da mudança que não quer voltar atrás", proferiu a ex-senadora.
Ao discursar, Eduardo Campos lembrou o processo das Diretas Já, afirmando que "a renovação política se fez importante desde aquela época". A economia, alvo das críticas mais contundentes do socialista à Dilma, também foi assunto do discurso dele. Eduardo disse que "o Brasil está economicamente estagnado desde 2010". Ele se referiu indiretamente à presidente, declarando que  "o Brasil precisa de mais do que um gerente, mas como um líder que sabe dialogar com o povo".

Eduardo Campos fez reclamações, ainda, sobre a falta de debate político nas eleições de 2010 e enalteceu a força eleitoral de Marina Silva que, na ocasião, levou a disputa para um segundo turno. "Nós vimos uma mulher com a voz mansa, com um minuto de televisão levar a campanha ao segundo turno. Mas o Brasil não foi discutido em 2010. O discurso era de quem prestava e quem não prestava, era sobre religião... e aí, o Brasil foi perdendo o seu rumo estratégico, seu fundamento, seu marco econômico e, por três anos, o povo brasileiro foi perdendo a crença de um Brasil melhor", disse o socialista. Em 2010, Eduardo Campos integrava a base de apoio da presidente Dilma Rousseff. O PSB rompeu com o PT somente no segundo semestre de 2013.

Além do lançamento da pré-candidatura em si, o evento realizado em Brasília foi importante para mostrar, nacionalmente, proximidade de discurso entre Marina e Eduardo Campos, bem como associar a imagem dos dois. A aliança com a ex-senadora é valiosa para os planos presidenciais do socialista uma vez que ela dá força ao nome dele no Sudeste e Sul do Brasil, regiões onde o ex-governador ainda é desconhecido pela maioria dos brasileiros, conforme atestam pesquisas.

Em um dos momentos, Mariana chegou a comparar a união dos dois como sendo o casamento entre a tapioca e o açaí. "Quando fizemos esta aliança, este casamento da tapioca com o açaí, não queríamos apenas dividir o palanque, queríamos dividir o legado e a perspectiva de um Brasil melhor", declarou. Eduardo Campos, por outro lado, começou o discurso falando do nascimento dele. "Este é o momento em que passo em revista toda a minha vida... eu já nasci abençoado, mas a vida não foi fácil desde cedo. Aos que não sabem, minha mãe teve gêmeos e o meu irmão faleceu e eu me segurei enquanto pude e hoje estou aqui", disse. 

Apesar de oficialmente considerada uma chapa "puro-sangue", uma vez que ambos compõem o PSB, na prática o que se tem é uma união entre os socialistas e integrantes do partido Rede Sustentabilidade, que teve o registro de criação barrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O acordo interno, porém, é que, após criado, os integrantes da Rede que se filiaram ao PSB farão a migração. Até o momento o grupo conta com os apoios do PPS e PPL.
 
Diário do Pernambuco

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